"Canto eu, canta você..."

Terça-feira, Fevereiro 9
.
Gosto de som, gosto do movimento do som, da ideia das ondas sonoras, acho bonita a visão que essa expressão me sugere.


Com exceção às festas, penso que ouvir música é algo para ser feito delicadamente, e me dá mais prazer quando ouço sozinha, ou a dois, claro.

Não gosto de pagode, não gosto de funk, não gosto de axé nem de música sertaneja (mas, em geral, gosto das pessoas que gostam desses gêneros. Não é crítica, apenas comentário, tá bom?). Adoro MPB, e odeio que meu vizinho coloque o som no último volume, ainda que esteja ouvindo uma música que me agrade. Não é porque gosto dela, que sou obrigada a ouvir no momento em que ele ouve, certo? Bom, mas esse post é sobre música, e não sobre educação, enfim.

Todo mundo tem, pelo menos uma música, que acredita ter sido composta em sua homenagem, isso é natural. Minha preferida, nesse quesito, é "Fogo", do Capital Inicial. Sim, sim, esqueci a modéstia em algum lugar, talvez esteja no fundo da bolsa, junto com meu celular (desligado). Maaaaaaaaaaaaaas, esse tipo de sensação me faz sorrir, e sorriso "combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, desintoxica o organismo, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita". Viram, só? Sorrir é mais saudável do que ser modesto (hohoho), então, vamos deixar o Dinho cantar só pra mim pra gente :





(suspiro longo e profundo)


Outro ponto que me faz gostar das músicas e dos compositores, é mostrar coisas simples de forma igualmente simples, com linguagem direta, onde sim quer dizer sim, e não quer dizer não. Onde água é água e chão é chão, sem a pretensão de grandes interpretações do contexto, e, ainda assim, fazer com que seja poeticamente encantador.

Alguns exemplos :




(Clique na imagem, para aumentá-la)


"Para cantar é preciso, primeiro, abrir a boca. É preciso ter um par de pulmões e um pouco de conhecimento de música. Não é necessário ter harmônica ou violão. O essencial é querer cantar. Isto é, portanto, uma canção. Eu estou cantando."
(Henry Miller)


Beijos de terça,

ℓυηα

Músicas: "declaração de amor"

Segunda-feira, Fevereiro 8
Eu, simplesmente amo música!!

Canto; ouço, desde a hora que acordo até a hora que vou dormir... Sou movida a música...

Rock, música nacional, heavy, pop, música clássica...depende do lugar, da ocasião...da companhia...do meu estado de espírito...

Mas algo que mexe verdadeiramente comigo, são músicas "declaração de amor"...

Sabe, aquelas que deveriam ter sido escritas por você? Que dizem tudo que você sempre quis dizer a alguém...

... Você, é algo assim...é tudo pra mim....é mais que eu sonhava, baby...dos Paralamas...ou

Tribalistas : Você é assim, um sonho pra mim, e quando não te vejo, eu penso em você...talvez

Legião : Ainda, que eu falasse a língua dos anjos....sem amor, eu nada seria....

Eu poderia passar a tarde inteira, lembrando milhares de letras lindas e bandas fenomenais...Elvis, Beatles, Queen, Eric Clapton...lista infindável de letras inspiradíssimas...

Mas, existe uma, que para mim é a pérola do romantismo.

Seu nome é : Your Song,
Cantor : Elton John.

A letra, chega a arrepiar!! Treine seu inglês...hehe...

Espero que gostem!!!

Beijos musicais


"Sem música, a vida seria um erro." [Friedrich Nietzsche]

Domingo, Fevereiro 7
Concordo plenamente com as palavras do Nietzsche. Será que existe alguém que não goste de uma boa música? Pois escutando música, você se descontrai, às vezes esquece dos problemas, fica animado... e até dança sozinho na frente do espelho. (Oi?)
Existem músicas que dizem tudo sobre:
♪ Alegria
♪ Lembrança
♪ Saudade
♪ Paixão
♪ Amor...

Tão bom acordar de manhã, ligar o rádio e dá de cara com aquela canção que sempre toca o coração, que faz a gente sair cantarolando por aí, que deixa uma agradável sensação de alegria durante todo o dia.

Então, hoje vou fazer uma homenagem ao grupo musical que tem como vocalista Herbert Vianna, um compositor inigualável, um dos caras mais humildes e competentes da música brasileira, com uma história de vida incrível; junto com João Baroni, o melhor baterista do mundo e Bi Ribeiro que manda muito bem no baixo, estes, compõe uma das minhas bandas preferidas que reinventou os ritmos brasileiros: Os Paralamas do Sucesso!


Os Paralamas do Sucesso é uma banda de pop-rock brasileiro, formada no Rio de Janeiro no final dos anos 70. No início a banda misturava rock com reggae, posteriormente passaram a agregar instrumentos de sopro e ritmos latinos. A banda faz parte do chamado quarteto sagrado do rock brasileiro, juntamente com o Barão Vermelho, Titãs e Legião Urbana. Mas, o que deu direcionamento à fama foi o lançamento de "Vital", que foi muito tocada durante o verão de 83, e os Paralamas tiveram a primeira grande apresentação, ao abrir para Lulu Santos no Circo Voador.

Selecionei alguns sucessos que, particularmente, escuto de acordo com meu estado de espírito:

*Quando ouço caleidoscópio sempre me imagino num outro lugar...
video
♪ Não é preciso apagar a luz
Eu fecho os olhos e tudo vem
Num caleidoscópio sem lógica

Eu quase posso ouvir a tua voz
Eu sinto a tua mão a me guiar
Pela noite a caminho de casa... ♪

*Sabe aqueles momentos em que a gente fica Perplexo com algumas regras do sistema? Essa daqui é uma boa pedida pra colocar pra fora o que tá preso na garganta...
video
♪Tentei te entender
Você não soube explicar
Fiz questão de ir lá ver
Não consegui enxergar
Desempregado, despejado, sem ter onde cair morto
Endividado sem ter mais com que pagar
Nesse país, nesse país, nesse país
Que alguém te disse que era nosso Ah, ah, ah, ah...♪

*Quando estou sozinha, sempre me (re)descubro e me acho, Aonde quer que eu vá...
video
♪ Olhos fechados
Pra te encontrar
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar

Aonde quer que eu vá
Levo você no olhar
Aonde quer que eu vá
Aonde quer que eu vá... ♪


*Quando venço algum obstáculo, comemoro ao som da música uma brasileira...
video
♪ Rodas em sol, trovas em dó
Uma brasileira, o
Uma forma inteira, o
You, you, you

Nada de mais
Nada através
Uma légua e meia, o
Uma brasa incendeia, o
You, you, you

Deixa o Sal no mar
Deixe tocar aquela canção

One more time
One more time
One more time...♪


*Quando estou contente, gosto de dançar e cantar bem alto (mesmo que desafinada) a canção lourinha Bombril...
video
♪ Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha

Essa criola tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil...♪


*E pra fechar com chave de ouro Lanterna dos Afogados, esse canção é uma daquelas, que dá vontade de ouvir mais de 100 vezes seguidas... ( sobretudo, na versão ao vivo)
video
♪Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar
Há uma luz no túnel
Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar...
Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar...♪

São tantas canções que eu amo... Este post é pequeno demais para descrever todas elas. Fica registrado aqui, um pouco do meu carinho e um gostinho de quero mais, diante do talento tão fecundo, dessa banda maravilhosa!
Bjs e divirta-se!!


Danni^^

Gorda?

Sábado, Fevereiro 6
 



Eu estava sentadinha na frente do computador me divertindo no Messenger quando eu percebi que havia algo a mais em mim. É um pedacinho de carne. Carne não, aquilo não é carne nem de longe, porque carne é sinal de gostosura, e aquele pedaço que parecia ter vida própria saindo da minha barriga era apenas gordura. Sim, eu tenho um pneuzinho, uma bordinha de pizza recheada com catupiry, uma dobrinha na minha barriga, uma segunda Nara querendo se mostrar ao mundo.
Procurei um culpado. Aquele tecido adiposo não surgiu do nada, algo de muito preguiçoso eu deveria ter feito. Olhei em volta: uma barra aberta de chocolate e um copo com água, no meu lixo havia algumas embalagens de lasanha, miojo e biscoitos. Na geladeira a Quadrilha Engorda já estava formada, carboidratos por todos os lados. Pensei em colocar a culpa na calça jeans, por que não? Já vi alguns especialistas (??) falando sobre isso na TV. Essa moda de calça jeans com cós muito baixo deforma o corpo das mulheres, pois veja bem, força o aparecimento das gordurinhas indesejadas! Viu? Eu não comi demais, eu só abusei da calça jeans. Estou tranquila com a minha consciência e balança!
Continuei sentada. Com o dedo indicador eu apertava a minha nova “carne”. Era fofa, ao apertar o dedo voltava como se eu estivesse apertando a um travesseiro. Cara, é assustador. Se aos 20 estou assim, imagina quando eu chegar aos deliciosos 40 anos? A gravidade se aproxima, o metabolismo já não é mais o mesmo e a disposição para os exercícios físicos – que já não existe em minha vida – não é mais a mesma (que dia foi?).
Amor, eu tô gorda? – Eu precisava saber a resposta, vai que era paranóia minha? Sabe como mulher é, né? Eu precisava de uma opinião masculina! Ô arrependimento, aquele insensível disse que eu estava fofa e simplesmente apertou meu pneuzinho de estimação! Tive vontade de fazer com que ele engolisse todas as palavras junto com os próprios dedos que ele usou para apertar minha barriga.
Ele não tem o direito de reclamar. Quando eu o conheci, ele vivia dizendo que mulher tem mesmo que ter “onde pegar”. Tá aí, quer mais o quê? Tem uma barriga gostosa, cheia de carne só para você. Toda sua, gatão. Pode levar.
Já me decidi. Depois do carnaval eu começo a dieta! Todo aquele carboidrato em formato de comida amiga vai sumir da minha geladeira. Perseguirei tudo que não seja proteína e devorarei alfaces como quem acaba de chegar do Iraque e encontra um prato de feijoada!

Tinha que ser.. Tinha que ser ela....

Sexta-feira, Fevereiro 5
TPM [segundo um link da web do qual não me perguntem] é um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual podendo ser tão severos que interfiram significativamente na vida da mulher. É uma desordem neuropsicoendócrina com sintomas que afetam a mulher na esfera biológica, psicológica e social.


Resolvi hoje falar deste assunto por que, coincidentemente, esta semana eu estou de TPM e logo está me gerando um transtorno sério.


Quando ficamos de TPM (acho que isto ocorre com a maioria das mulheres né?), fora os transtornos físicos como dores de cabeça, nas pernas, cólicas, etc., a gente fica basicamente sem paciência, né?


No meu caso, eu não fico mal humorada com tudo, mas confesso que quando o assunto sou eu, eu fico um pouco “brava”, mas só um pouco tá.


O que parece é que a gente consegue potencializar os efeitos de tudo. Desde a raiva de alguém que entrou no seu lugar na fila do banco (trocando de lugar com alguém que já estava esperando) até uma simples pergunta sobre o funcionamento de um sistema com o qual a pessoa já trabalha há séculos. Não que estejamos erradas.. mas de fato, potencializamos a coisa...


Mas enfim, é normal, não é??? Sentir, neste período, vontade de mandar todo mundo que te aborrece de forma mínima para um lugar diferente do seu (e bem diferente, diga-se de passagem) é normal, não é?


Pegando o embalo com algumas meninas que postam música aqui, hoje eu pego carona com o CBJr – Não uso sapato. Não me sai da cabeça.

“Eu odeio hipocrisia... Mas que se exploda!!!
Eu odeio gente chique eu não uso sapato... Mas que se exploda!!!”


Apesar da TPM, ainda assim espero ter um bom fim de semana e desejo o mesmo a todos os demais. E a minha dica é: Não me provoquem... (rs...).

Fui...

PS: A palavra "exploda" contida no trecho da música citada foi inserida no lugar de outra que considerei um pouco "dura". E não gostaria que os leitores ficassem incomodados com a mesma.

Antigos tempos modernos

Quinta-feira, Fevereiro 4

 
Pensando em um tema para postar hoje, decidi falar sobre as prioridades da vida moderna. Lembrei, então, que, há alguns anos atrás, quando eu morava em uma cidade e trabalhava em outra, já cansada disso, escrevi algo sobre o assunto, em meu blog pessoal. Fui "revirar" os textos antigos e o encontrei, em meio aos posts de março de 2007.
Resolvi relê-lo, e descobri que ainda era incrivelmente atual, e então decidi colocá-lo aqui para vocês. Então, lá vai:

Hoje viajei conversando com um homem de trinta e poucos anos que ladeava a minha poltrona no costumeiro Real Bus das minhas segundas e sextas-feiras.

Ele mora em João Pessoa, se formou há dez anos em Campina, trabalha em Recife (vai e volta todo santo dia, embora não o faça nos dias santos, quando pode finalmente ficar na santa paz de sua família) e faz mestrado em Campina (que parece ter uma tendência para trazer de volta pessoas que já passaram por ela...). E vive nesse vai e vem diário, até Deus sabe quando.

Surpreendi-me ao verificar que, hoje em dia, morar em uma cidade e trabalhar em outra, infelizmente é normal. As pessoas precisam abrir mão da alegria de usufruir de momentos de lazer e suas vidas se resumem basicamente a trabalhar e viajar para trabalhar. Perdem horas em estradas, se cansam em demasia e esquecem que a vida não é só isso. Mas, ainda assim, se dizem felizes, e não param para analisar que um dia a vida termina e então será tarde demais para querer viver.

As pacatas cidades, que podem oferecer tranqüilidade e certa segurança (digo certa segurança por que mesmo nestas, os índices de violência tornam-se cada vez maiores e o medo dos cidadãos é igualmente crescente) para se morar e constituir uma família, infelizmente não têm um mercado atraente. E as grandes cidades, que oferecem oportunidades de trabalho atraentes, não oferecem uma vida ‘tranquila’.
...

Isso tudo me leva a pensar que estamos voltando ao passado, quando as pessoas migravam, deixando os seus, em busca de trabalho, sonhando construir um futuro em outra cidade ou estado que pudesse lhe oferecer uma oportunidade melhor do que a que se tinha em sua cidade de origem. São os nossos antigos tempos modernos.
Se pararmos para analisar, isso é cada vez mais comum, com o agravante de que, hoje em dia, muda-se até mesmo de país, na busca por boas oportunidades de trabalho. Os demais aspectos da vida ficam, então, relegados a segundo plano. Nessa nossa sociedade capitalista e consumista, família, filhos, amores, amigos, vínculos, saúde, fé, paz de espírito... tudo isso fica esquecido, abandonado, em prol de uma "carreira".

Enfrentamos horas de trânsito, trabalhamos arduamente nos dias de semana e ainda nos sábados, domingos, feriados e dias santos, vendemos nossas férias, trabalhamos nas horas de almoço...e quando chegamos em casa, o cansaço é tanto, que apenas queremos sossego.
Talvez seja a hora de revermos nossos conceitos, de analisarmos quão importante são as nossas vidas, e qual o peso de tudo o que estamos deixando de lado. Talvez seja a hora de parar e lembrar que dinheiro não é tudo, embora seja importante e essencial.
Creio que seja a hora de aprender a dividir o próprio tempo e deixar-se usufruir das pequenas e maravilhosas coisas da vida. As coisas que farão uma imensa falta quando não mais as tivermos. 
"Há tempo para plantar e tempo para colher."

Validation

Quarta-feira, Fevereiro 3


Acho que a nossa felicidade depende de nós mesmos. Não devemos deixar esta ‘responsabilidade’ nas mãos de ninguém. Mas acredito também que gestos simples podem colaborar (e muito!).


Um ‘Bom dia!', um elogio, um ‘Tudo bem?’, um convite pra almoçar, um incentivo, um email inesperado, uma música podem mudar o astral.


Porque complicar, quando podemos, com uma simples ação, fazer o bem para quem está do nosso lado e pra nós mesmos?


Falta inspiração?


Achamos-nos bobos ao fazer algo de bom pra alguém? Por quê?


Precisamos de motivo para sermos gentis? Eu acho que não.


Gosto de começar o dia sorrindo. Mesmo os dias mais difíceis pra mim. Acho que atrai boas energias.


Sinto-me leve ao tratar os outros bem. Seja meu chefe, seja o porteiro, sejam meus pais, seja o garçom, seja uma amiga, um namorado. Qualquer pessoa. E confesso que essa atitude é egoísta. Sim, egoísta. Porque a paz que me traz é enorme.


Eu gosto de deixar bilhetinhos, bombons com recadinhos, mandar emails com músicas... Já sei, já sei, sou igual criança! E adoro isso!





A inspiração para este post surgiu de um vídeo que vi no Blog "Se o 'se' não tivesse ficado só no 'se'". Ele dá nome a este texto. Aqui (parte 1 e parte 2) vocês podem ver a versão legendada; ou a versão em inglês numa tacada só.

E, além dele, queria repassar algumas dicas simples que podem tornar o dia mais divertido e especial:

=> Você pode declarar seu amor através do "Amor de Papelão" - como diz o Ivan, dono do Blog: ”... Não importa o que você irá dizer, só peço que não se cale e sempre diga alguma coisa ao amor...”;

=> Você pode mandar flores virtuais;

=> Você pode guardar as mais doces lembranças em pequenos potes e assim dizer a alguém o quanto aquele momento o marcou através do "The Moment Jars" - uma dica do "Reino Lúdico";

=> Pode usar e abusar dos post-its coloridos (adoro!) e deixar bilhetinhos na mesa de seus colegas de trabalho ou em casa para sua família, seu marido (esposa), namorado (a), amiga (o)... garanto que a pessoa que receber vai abrir um sorriso e seu coração vai se encher de alegria!;

=> Pode mandar um cartão virtual – existem vários sites interessantes. Eu gosto, especialmente de três: "O Carteiro" , "VoxCards" e "EmotionCard";

=> Lembrou de alguém hoje? Ligue para esta pessoa! Você pode pensar... “Ah, tá, e vou dizer o quê?!”. Diga que se lembrou dela, que deu saudades. Só isso. Simples assim. E precisa de mais?;

=> Ouviu uma música que te fez pensar em alguém? Grave um CD e dê de presente! Ou salve a música e mande por e-mail. Ou mande pelo MSN. O ‘como’ não importa...;

=> Ou ainda mais simples: trate o outro com amabilidade. Sorria. Esteja disponível. Seja gentil. Não custa nada e faz um bem danado pra alma!