Gosto de som, gosto do movimento do som, da ideia das ondas sonoras, acho bonita a visão que essa expressão me sugere.
Com exceção às festas, penso que ouvir música é algo para ser feito delicadamente, e me dá mais prazer quando ouço sozinha, ou a dois, claro.
Não gosto de pagode, não gosto de funk, não gosto de axé nem de música sertaneja (mas, em geral, gosto das pessoas que gostam desses gêneros. Não é crítica, apenas comentário, tá bom?). Adoro MPB, e odeio que meu vizinho coloque o som no último volume, ainda que esteja ouvindo uma música que me agrade. Não é porque gosto dela, que sou obrigada a ouvir no momento em que ele ouve, certo? Bom, mas esse post é sobre música, e não sobre educação, enfim.
Todo mundo tem, pelo menos uma música, que acredita ter sido composta em sua homenagem, isso é natural. Minha preferida, nesse quesito, é "Fogo", do Capital Inicial. Sim, sim, esqueci a modéstia em algum lugar, talvez esteja no fundo da bolsa, junto com meu celular (desligado). Maaaaaaaaaaaaaas, esse tipo de sensação me faz sorrir, e sorriso "combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, desintoxica o organismo, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita". Viram, só? Sorrir é mais saudável do que ser modesto (hohoho), então, vamos deixar o Dinho cantar
(suspiro longo e profundo)
Outro ponto que me faz gostar das músicas e dos compositores, é mostrar coisas simples de forma igualmente simples, com linguagem direta, onde sim quer dizer sim, e não quer dizer não. Onde água é água e chão é chão, sem a pretensão de grandes interpretações do contexto, e, ainda assim, fazer com que seja poeticamente encantador.
Alguns exemplos :
"Para cantar é preciso, primeiro, abrir a boca. É preciso ter um par de pulmões e um pouco de conhecimento de música. Não é necessário ter harmônica ou violão. O essencial é querer cantar. Isto é, portanto, uma canção. Eu estou cantando."
Beijos de terça,






